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Novena em Honra da SS. Virgem do Rosário de Pompéia

Novena em Honra da SS. Virgem do Rosário de Pompéia

Bártolo Longo| Publicações da Nebli | ISBN: 978-65-86872-58-3 | 1ª Edição | 86 págs. | Editora: Nebli Publicações | Ano de Publicação: 2021 | 21 x 14cm | Brochura | Brasil
Junto ao anfiteatro e ruínas da antiga Pompeia, nas encostas do Vesúvio, se eleva, hoje, uma igreja monumental, a Basílica do Santo Rosário, o majestoso Santuário de Nossa Senhora de Pompeia. Dispôs a Providência Divina que, naquele lugar onde outrora era adorada a profana e impura Vênus, fosse, hoje, a Virgem Maria objeto da veneração dos fiéis. Serviu-se Deus, como em casos semelhantes, dos mais vis e defeituosos instrumentos para revelar as grandes maravilhas do Rosário.
 
 
Filho de um médico, estudou Direito em Nápoles, onde se deixou contaminar pelo espírito anticlerical e anti-religioso da época. Ingressou aos vinte anos no movimento revolucionário de Garibaldi, Cavour e Vítor Emanuel, destinado a levar a cabo a unificação italiana, com a eliminação dos Estados Pontifícios e a supressão do poder temporal dos Papas.
 
No entanto, um de seus professores, deixou-se impressionar pelas qualidades naturais daquele jovem, vendo nele, talvez, a possibilidade de reabraçar o catolicismo. Encaminhou-o a um frade dominicano, sob cuja influência Bartolomeu reencontrou a fé, ingressando na Ordem Terceira Dominicana.
 
Bartolomeu conheceu a condessa Marianna Farnararo, viúva de muita fé, que o contratou como administrador de seu património.
 
Em outubro de 1872, dirigiu-se ao vale de Pompeia, onde a condessa possuía terras. Aí encontrou muitos que trabalhavam nas escavações, afastados de qualquer experiência de fé. Uma voz interior murmurou: "Propague o Rosário". Bartolomeu tornou-se catequista e apóstolo daqueles operários, incentivando-os a entrar na Confraria do Rosário.
 
Bartolomeu começou a procurar uma imagem de Nossa Senhora do Rosário para a igreja paroquial. Certo dia uma religiosa, que soubera do que necessitavam, apresentou ao advogado uma pintura da invocação desejada, mas em péssimo estado. A condessa não se entusiasmou com a imagem ao vê-la tão danificada. Mas, à falta de melhor, a estampa, enrolada num tecido ordinário, foi colocada sobre uma carroça carregada de lixo que se dirigia a Pompeia. O bispo de Nola, do qual dependia a região, decidiu construir uma igreja mais próxima do local. Com o dinheiro arrecadado para iniciar a obram mandaram restaurar e enquadrar a tela da Virgem do Rosário, expondo-a pela primeira vez à veneração pública no dia 13 de fevereiro de 1876.
 
Desse dia até o 19 de março seguinte oito grandes milagres realizaram-se diante da modesta estampa. Os milagres tiveram ampla repercussão em toda a Itália. Bartolomeu era um homem de visão. Por isso viajou pela Europa pedindo donativos não só para o novo santuário, mas para outras obras que planejava. Em 1884 fundou um periódico chamado "O Rosário e a nova Pompéia", para o qual montou uma tipografia em que empregou crianças pobres da cidade, Criou um orfanato para os filhos e depois para as filhas dos encarcerados. Para a formação destas, fundou a congregação das Filhas do Santo Rosário da Ordem Terceira Dominicana.
 
A devoção à Senhora do Rosário cresceu tanto que, em 1887, recebeu a honra da coroação solene. A nova igreja foi consagrada em 1891 com o título de Rainha das Vitórias e, em 1901, foi elevada à condição de Basílica. Bartolomeu Longo morreu dia 5 de outubro de 1926. Em 26 de outubro de 1980 João Paulo II proclamou-o como beato.
 
 
 
ASSUNTO: ESPIRITUALIDADE
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Biografia do(a) autor(a) Bártolo Longo:

O Bem-aventurado Bártolo Longo teve – diz o Papa João Paulo II – “um carisma especial como verdadeiro apóstolo do Rosário”. Formado em Direito, edificou um santuário dedicado a Nossa Senhora do Rosário entre as ruínas da antiga cidade de Pompéia, sepultada no ano de 79 por uma erupção do Vesúvio. Ao mesmo tempo que difundiu de palavra e por escrito a devoção mariana do Rosário, realizou uma extensa atividade educativa entre os trabalhadores e os mais necessitados da região.

 

Filho de um médico, estudou Direito em Nápoles, onde se deixou contaminar pelo espírito anticlerical e anti-religioso da época. Ingressou aos vinte anos no movimento revolucionário de Garibaldi, Cavour e Vítor Emanuel, destinado a levar a cabo a unificação italiana, com a eliminação dos Estados Pontifícios e a supressão do poder temporal dos Papas.
 
No entanto, um de seus professores, deixou-se impressionar pelas qualidades naturais daquele jovem, vendo nele, talvez, a possibilidade de reabraçar o catolicismo. Encaminhou-o a um frade dominicano, sob cuja influência Bartolomeu reencontrou a fé, ingressando na Ordem Terceira Dominicana.
 
Bartolomeu conheceu a condessa Marianna Farnararo, viúva de muita fé, que o contratou como administrador de seu património.
 
Em outubro de 1872, dirigiu-se ao vale de Pompeia, onde a condessa possuía terras. Aí encontrou muitos que trabalhavam nas escavações, afastados de qualquer experiência de fé. Uma voz interior murmurou: "Propague o Rosário". Bartolomeu tornou-se catequista e apóstolo daqueles operários, incentivando-os a entrar na Confraria do Rosário.
 
Bartolomeu começou a procurar uma imagem de Nossa Senhora do Rosário para a igreja paroquial. Certo dia uma religiosa, que soubera do que necessitavam, apresentou ao advogado uma pintura da invocação desejada, mas em péssimo estado. A condessa não se entusiasmou com a imagem ao vê-la tão danificada. Mas, à falta de melhor, a estampa, enrolada num tecido ordinário, foi colocada sobre uma carroça carregada de lixo que se dirigia a Pompeia. O bispo de Nola, do qual dependia a região, decidiu construir uma igreja mais próxima do local. Com o dinheiro arrecadado para iniciar a obram mandaram restaurar e enquadrar a tela da Virgem do Rosário, expondo-a pela primeira vez à veneração pública no dia 13 de fevereiro de 1876.
 
Desse dia até o 19 de março seguinte oito grandes milagres realizaram-se diante da modesta estampa. Os milagres tiveram ampla repercussão em toda a Itália. Bartolomeu era um homem de visão. Por isso viajou pela Europa pedindo donativos não só para o novo santuário, mas para outras obras que planejava. Em 1884 fundou um periódico chamado "O Rosário e a nova Pompéia", para o qual montou uma tipografia em que empregou crianças pobres da cidade, Criou um orfanato para os filhos e depois para as filhas dos encarcerados. Para a formação destas, fundou a congregação das Filhas do Santo Rosário da Ordem Terceira Dominicana.
 
A devoção à Senhora do Rosário cresceu tanto que, em 1887, recebeu a honra da coroação solene. A nova igreja foi consagrada em 1891 com o título de Rainha das Vitórias e, em 1901, foi elevada à condição de Basílica. Bartolomeu Longo morreu dia 5 de outubro de 1926. Em 26 de outubro de 1980 João Paulo II proclamou-o como beato.


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