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O Inferno e Seus Tormentos

O Inferno e Seus Tormentos

São Roberto Belarmino| Publicações da Nebli | ISBN: 9788569098218 | 1ª Edição | 38 págs. | Editora: Nebli Publicações | Ano de Publicação: 2017 | 21 x 14cm | Brochura | Brasil
Originalmente proferido em latim como um dos cinco sermões sobre os "Novíssimos" (Morte, Juízo, Inferno e Céu) para uma congregação
formada em grande parte por professores e estudantes da Universidade de Lovain na Bélgica, "O Inferno e seus Tormentos" é um nova e vigorosa consideração da realidade do inferno e seus castigos, que certamente nos inspirará a fazer o que for necessário para não ir para lá. Proferido por volta de 1574, quando São Roberto era um jovem de apenas 32 anos, sua leitura ainda é inteiramente relevante até hoje.
  Ele se destaca excepcionalmente pela tremenda gravidade do pecado (que o intelecto humano tem grande dificuldade em perceber), a beatitude total e esmagadora dos habitantes do Céu versus o sofrimento completo e impensável dos que habitam o inferno, a natureza e o eterno AGORA da eternidade e da resultante desespero e raiva dos condenados.
  Ninguém gosta de pensar sobre o inferno, mas é certamente uma realidade ensinada repetidas vezes por Nosso Senhor nas Escrituras; Portanto, é algo que Ele, sem dúvida, deseja que consideremos bem. E a obra "Inferno e seus Tormentos" de São Roberto Belarmino foi concebida a fim de concentrar nossas mentes nas realidades essenciais e nos motivar a fazer o que for necessário para evitar a habitação dos demônios.
 
 
ASSUNTO: ESPIRITUALIDADE
 
 
Preço: R$ 15,00
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Biografia do(a) autor(a) São Roberto Belarmino:

Roberto Belarmino, S.J. (em italiano: Roberto Francesco Romolo Bellarmino) foi um jesuíta italiano e um cardeal católico. Ele foi uma das mais importantes figuras da Contra-Reforma e, por suas obras, foi canonizado em 1930 e proclamado Doutor da Igreja. Ele também é bastante lembrado pelo caso de Galileu.
 
Belarmino nasceu em Montepulciano, filho dos nobres empobrecidos Vincenzo Bellarmino e Cinzia Cervini, que era irmã do papa Marcelo II[1]. Ainda garoto, conhecia Virgílio de cor e compôs diversos poemas em latim e em italiano. Um de seus hinos, sobre Maria Madalena, é parte do Breviário.
 
Ele tornou-se noviço em 1560, permanecendo em Roma por três anos. Logo em seguida, seguiu para um convento jesuíta em Mondovì, no Piemonte, onde aprendeu grego. Lá ele chamou a atenção de Francisco Adorno, o superior provincial jesuíta local, que enviou-o para a Universidade de Pádua.
 
 
Foi em Pádua, entre 1567 e 1568, que Belarmino iniciou seu sistemático estudo de Teologia sob a supervisão de seus professores, que eram aderentes do tomismo. Em 1569, ele foi enviado para a Universidade de Leuven, nos Flandres, para terminar seus estudos. Lá ele foi ordenado e ganhou reputação como professor e pregador. Ele foi o primeiro jesuíta a ensinar ali e sua matéria era a "Suma Teológica" de Tomás de Aquino. Belarmino ficou sete anos em Leuven e, em 1576, com a saúde debilitada viajou para a Itália onde permaneceu, encarregado pelo papa Gregório XIII de ensinar teologia polêmica no novo Colégio Romano (conhecido atualmente como Pontifícia Universidade Gregoriana).
 
 
Até 1589, Belarmino ocupou-se como professor de teologia. Naquele mesmo ano, depois do assassinato de Henrique III da França, o papa Sisto V enviou Enrico Caetani como legado a Paris[3] para negociar com a Liga Católica da França e escolheu Belarmino para acompanhá-lo como teólogo[4]. Ele estava na capital francesa durante o cerco de Henrique de Navarra.
 
 
O papa seguinte, Clemente VIII, tinha grande confiança em Belarmino e fez dele reitor do Colégio Romano em 1592, examinador de bispos em 1598 e cardeal no ano seguinte. Logo depois, Clemente também fê-lo cardeal-inquisidor e foi nesta função que Belarmino serviu como um dos juízes de Giordano Bruno, concordando com a decisão de queimá-lo na estaca como herético.
 
 
Em 1602, ele foi nomeado arcebispo de Cápua. Tendo escrito antes contra o pluralismo e a favor da não-residência dos bispos em suas dioceses, como bispo ele colocou em prática os decretos reformistas do Concílio de Trento.


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