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Aléxia, uma história de dor, coragem e alegria

Aléxia, uma história de dor, coragem e alegria

Miguel Angel Monge| Doutrina | 1ª Edição | 184 págs. | Ricardo Pimentel Cintra | Editora: Quadrante | 12 x 19cm | Brochura | Brasil

No dia 5 de dezembro de 1985, uma menina de catorze anos entregava a sua alma a Deus num hospital do Norte da Espanha. Era o fim de dez longos meses de doença, um câncer ósseo especialmente doloroso na espinha cervical, que tinha exigido quatro operações, a deixara paralítica e a fizera passar pelo amargo calvário da quimioterapia. Neste aspecto, na verdade, nada de novo: a história de Aléxia assemelha-se à de tantos outros doentes de câncer, muitas vezes próximos de nós; por outro lado, porém, havia nela qualquer coisa de especial. Inúmeras pessoas que a visitaram durante esse tempo sentiram-se atraídas e levadas para Deus diante da fortaleza e da coragem que demonstrava, do seu esquecimento próprio e da sua paz e serenidade, frutos da sua intensa fé em Deus. Instantes antes de morrer, a mãe perguntara-lhe pela última vez: – “Você é feliz, minha filha?”, e a resposta fora um vigoroso “Sim”.

Como se pode ser feliz nessas circunstâncias? Como se pode aceitar a dor, a privação total e a morte com tanta alegria? A resposta a estas perguntas encontra-se, em primeiro lugar, na atitude com que Aléxia enfrentou o sofrimento. Desde pequena, seu lema fora: “Jesus, que eu faça sempre o que Tu quiseres”. E foi a aceitação confiada da Vontade de Deus – a clara e simples consciência de que, para os que amam a Deus, tudo é para bem – que lhe deu a serenidade e a maturidade necessárias para ver desmoronar-se a sua vida aos catorze anos, sem amargura, sem ressentimento, sem revolta, com amor.

A segunda parte dessa resposta está na atitude com que a família, e em especial a sua mãe, a acompanhou passo a passo na sua doença; entre as muitas dores que sofreu, nunca esteve a dor da solidão ou do desamparo. Mas há mais: desde criança, Aléxia recebeu dos pais e irmãos uma sólida formação do caráter e uma vida de piedade sincera e intensa, que a tornaram capaz de superar mais tarde, com um sorriso, as mil e uma dores e inconvenientes que a doença traz consigo.

Nestas páginas encontraremos, pois, um exemplo que ensina a sofrer com alegria, não somente a doença e a morte, mas as pequenas e grandes contrariedades do dia-a-dia. Aprenderemos também a compreender e a acompanhar os que sofrem, não com sentimentalismos e lamúrias estéreis, mas com uma caridade prática e vigorosa. E descobriremos como estar preparados, e como preparar os que nos cercam, tanto para a vida como para a morte.

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Biografia do(a) autor(a) Miguel Angel Monge:

Miguel Angel Monge Sanchez nasceu em Ávila, Espanha, em 1940. É formado em Medicina pela Universidade de Granada (1964) e Doutor em Teologia (Roma, 1967), tendo-se ordenado em 1966. Foi capelão de diversas residências universitárias promovidas por pessoas do Opus Dei em Madrid, e desde 1982 é capelão do Hospital da Universidade de Navarra, onde também leciona Ética Profissional e Teologia para o curso de Enfermagem. É autor de diversos artigos sobre temas médicos e bioéticos, publicados em revistas especializadas, manuais de bioética e enciclopédias, entre os quais se destacam especialmente: Psicanálise e moral católica, O sentido cristão do sofrimento humano, A verdade diante do paciente e O auxílio integral ao doente: o papel do aconselhamento espiritual.

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